Serra da Mantiqueira, divisa SP e MG

Pico do Itaguaré

O vizinho do Marins: 2.308 m de pedra, raiz e capim, com escalaminhada íngreme, penhascos perto do cume e neblina frequente. A subida é curta para o tamanho, mas a estrada de terra e as bifurcações pedem preparo.

Cume2.308 m
Ida e volta≈ 12 km
Subida≈ 900 m
NívelPesada
Subindo≈ 3h
Descendo≈ 1h30
Ver o meu dia grátis

Escolha o dia e veja a hora de acordar, de começar e de descer, com a previsão no cume. O plano completo em PDF custa R$ 19,90.

O próximo sábado

Com JavaScript ligado, aqui aparece o próximo sábado calculado com a previsão do tempo.

Como é o dia

  1. A estrada. De São Paulo são cerca de 250 km: Dutra até Cruzeiro, a serra até Passa Quatro (MG) e cerca de 15 km de terra até o bairro do Caxambu.
  2. A base. A trilha sai do Acampamento Base Itaguaré, uma clareira grande para estacionar ou acampar.
  3. As nascentes. Nos primeiros 25 minutos há três pontos de água. São os únicos do caminho.
  4. O bivaque. Cerca de 2h30 depois da base, a uns 2.000 m, fica o primeiro afloramento de rocha: abrigo em tempestade, mas sem água.
  5. O Chapadão e o cume. A 2.200 m vem um campo aberto, com a bifurcação para o Pico dos Marins. Dali são cerca de 20 minutos até o topo. A descida, pelo mesmo caminho, cansa mais que a subida.

O plano faz esse dia com os seus horários: a sua data, de onde você sai, de carro ou de ônibus, e o ritmo do seu grupo.

O tempo no Pico do Itaguaré

Neblina e vento são frequentes no alto, e com nuvem baixa não se vê nada do cume. Um relato de agosto pegou nuvens no primeiro dia e céu limpo no seguinte.

Depois de chuva forte, a estrada de terra vira lama e já atolou carro. Uma tempestade pode impedir a volta. Por isso o plano olha a previsão no cume, hora a hora, e não só a da cidade.

O que levar

  • Água extra. As fontes ficam só na primeira parte. Trate com cloro ou ferva.
  • Corta-vento e agasalho para o vento e a neblina do alto.
  • Um rastro de GPS baixado. A estrada e a trilha têm várias bifurcações.
  • Luvas ou mãos livres para a escalaminhada por raízes, pedra e capim.
  • Mochila leve. Deixe na base o que não precisa.
  • Um saco para o lixo: leve tudo de volta.

Quando voltar

  • Se a neblina fechar perto do cume, pare: há penhascos e fendas. Espere abrir ou volte pelo mesmo caminho.
  • Se a tempestade chegar, desça antes: a estrada de terra com lama pode prender o carro.
  • Na dúvida numa bifurcação, volte até o último ponto certo do rastro. Já houve quem se perdesse aqui: em junho de 2025 uma trilheira de 57 anos foi resgatada na travessia Marins-Itaguaré.

O seu plano dá a hora exata de começar a descer: a que deixa você embaixo com luz do dia e longe da chuva prevista.

Antes de ir

  • Guia: recomendado na primeira vez. Uma matéria de 2021 diz que o acesso pela zona rural pede guia local. Sem guia, leve o rastro de GPS.
  • Estacionamento: na clareira da base. As fontes não dão preço.
  • Sem carro: não confirmamos transporte público. Conte com carro, táxi ou transfer combinado em Passa Quatro.
  • Taxas e cadastro: as fontes não citam nenhum.
  • Emergência: Bombeiros 193.

Pesquisado em novembro de 2026 em mochileiros.com, meon.com.br, summitpost.org, wikiloc.com, peakvisor.com e band.com.br. O relato principal é de 2013: distância, desnível e taxas não foram confirmados.

Outras trilhas saindo de São Paulo

Ver as 26 trilhas